18 de jan. de 2010

VIVER


1.Compartilhe tudo;
2. Jogue dentro das regras;
3. Não bata nos outros;
4. Coloque as coisas de volta onde pegou;
5. Arrume sua bagunça;
6. Não pegue as coisas dos outros;
7. Peça desculpas quando machucar alguém; mas peça mesmo!
8. Lave as mãos antes de comer e agradeça a Deus antes de deitar;
9. Dê descarga; (esse é importante)
10. Biscoitos quentinhos e leite fazem bem para você;
11. Respeite o limite dos outros;
12. Leve uma vida equilibrada: aprenda um pouco, pense um pouco... desenhe, pinte, cante, dance, brinque, trabalhe um pouco todos os dias;
13. Tire uma soneca a tarde; (isso é muito bom);
14. Quando sair, cuidado com os carros;
15. Dê a mão e fique junto;
16. Repare nas maravilhas da vida;
17. O peixinho dourado, o hamster, o camundongo branco e até mesmo a sementinha no copinho plástico, todos morrem... nós também.  
"O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração, pois a vida está nos olhos de quem souber ver"... (Pedro Bial)

9 de jan. de 2010

Técnicas da Arte Moderna e Contemporânea

Ao contrário da arte tradicional, em que a habilidade, a técnica e a forma são o mais importante, dentro da arte moderna a mensagem, o significado e a inovação são o mais importante, nem sempre traduzido numa forma própria

Apropriação

Apropriação é quando um artista, ao invés de criar um conceito ou imagem original, simplesmente se apropria de um conceito já existente. Por exemplo, um filme de faroeste, que utiliza-se de conceitos fartamente conhecidos(O caubói solitário, o deserto, etc) ao invés de criar conceitos desconhecidos ou quando alguém faz uma sátira a um filme já existente(exemplo, filmes como Todo Mundo em Pânico).

Dentro da arte moderna, a apropriação teve início com Marcel Duchamp, que colocou um bigode dentro de um postal da Mona Lisa. Ele não criou uma imagem, simplesmente se valeu da fama e do valor estético de uma imagem já existente – se você não conhece a Mona Lisa, ela não tem valor. Picasso e Salvador Dali também produziriam homenagens a quadros conhecidos. A chamada arte pop também se utilizaria dela, só que com elementos da cultura de massa – personagens de HQs, filmes e embalagens de produtos de supermercado(Vide a obra de Andy Warhol e Roy Liechenstein)..

A base da apropriação está em não só saber criar uma imagem diferente, mas em saber utilizar o valor já existente de uma imagem já existente. Pode ser uma sátira, uma homenagem, mas sempre usando uma imagem já existente.

A criação de softwares de tratamento de imagens permitiu que a apropriação fosse levada a extremos e de uma certa forma até vulgarizada.



Abstracionismo

Apesar da arte abstrata ser comum entre árabes e outros povos, na Europa o grande introdutor da arte abstrata é o russo Wassily Kandinsky. A arte abstrata não trabalha com o desenho de formas que lembram ou reproduzem objetos, pessoas ou coisas(Mesmo o desenho pouco detalhado e elaborado dessas formas não significa arte abstrata), mas com formas, linhas e manchas que não lembram figura nenhuma nem tentam ter um significado(Um adendo: Picasso costumava dizer que não havia arte abstrata, justamente por quê toda arte abstrata lembra alguma coisa).

Como lembrou o filósofo alemão Arthur Schopenhauer(Antes da arte abstrata ser desenvolvida no Ocidente) e posteriormente os pintores abstratos, a arte abstrata é como a música. A música, por mais que trabalhe com sons, não depende da imitação de sons da natureza, como granidos de patos, barulhos de carros ou passarinhos. A arte abstrata parte pelo princípio: criar composições agradáveis sem depender da representação de objetos já existentes na natureza(Se você desenhar uma vaca, boa parte das sensações que isso irá causar nas pessoas irá vir do fato de pessoas odiarem ou amarem vacas, não nos méritos do seu desenho.). Não significa rabiscos aleatórios, pelo contrário.

Arte abstrata exige composições agradáveis ou agressivas, mas que consigam transmitir emoções. Um quadro abstrato de composição pobre ou berrante não é um bom quadro, por exemplo.

Instalação/Ready Mades

A instalação é uma variante da escultura em que o artista, ao invés de modelar ou esculpir uma figura, ele se utiliza de materiais diversos(Ex, Sucata, pedaços de metal, aço, estruturas de metal, etc) para criar uma estrutura dimensional, tendo ela um significado direto ou não.

A boa instalação não é um amontoado aleatório de objetos, mas uma estrutura que consiga fazer com que o espectador pense sobre determinado assunto ou seja impactado com isso. Ou seja, a instalação lembra determinada coisa ou assunto, ou faz o espectador lembrar de alguma coisa, ou ainda faz algum tipo de mensagem. Ou claro, criar uma estrutura impactante por si só.

Marcel Duchamp, ao inscrever um mictório dentro de uma exposição de arte(Em que qualquer quadro cujo o autor pagasse para entrar seria inscrito), criaria o conceito de ready made dentro da arte moderna, ao criar uma obra de arte que desafiava o próprio conceito de obra de arte: o mictório seria batizado de “A Fonte”(O mesmo nome de um quadro clássico de Ingres). Isso somado ao conceito das esculturas gigantescas e abstratas dos concretistas levaria ao advento das instalações na Década de 1970.

A base do conceito de instalação é juntar objetos que tenham uma determinada carga emocional por si só e criar uma composição de tons fortes, dando-lhe determinado significado ou fazer com que este conjunto implore por um significado. Por exemplo, Nuno Ramos, em 1993, criou uma instalação com paralelepípedos e betume como uma forma de protesto contra o Massacre na Casa de Detenção no Carandiru, naquele mesmo ano.

Se instalações sofrem críticas ferinas, muitas vezes por sua falta de coesão(Não raro instalações são confundidas com lixo e jogadas fora por faxineiros desavisados em galerias e piadinhas em cartuns de pessoas confundindo ar condicionados e extintores com obras de arte viraram clichê), elas permitem que o espectador tenha uma experiência artística diferente, em loco.

Vídeo-arte

A vídeo-arte é uma modalidade de instalação em que uma televisão com algum vídeo é enviada para alguma televisão. O vídeo pode fazer parte de uma instalação maior, ou ser uma apresentação sem relação nenhuma com outras obras no entorno.

Perfomance

A performance é uma modalidade de instalação que combina alguma apresentação corporal com a obra de arte em si. Geralmente é produzida pelo artista em ocasiões específicas, não representando todo o tempo de duração de uma exposição.

Multimídia

Multimídia é o nome que se dá para a instalação que trabalha com imagens e textos via algum recurso interativo, geralmente um programa de computador ou similar.

Contextualizando: Não é difícil contextualizar esse tipo de conteúdo. A arte abstrata é uma velha conhecida dos alunos e a apropriação pode ser ensinada com o uso de fotomontagem: os alunos misturam elementos de fotos diversas com recortes(Colocar, por exemplo, cabeças de animais em pessoas).

A instalação/ready made não é complicada: traga uma caixa cheia de sucata, e peça para os alunos fazerem o mesmo. Daí, em grupos, peça para eles montarem uma pequena instalação com esses elementos tendo instalações conhecidas como base. Mantenha um ambiente calmo e descontraído, sem exigir significados ou outras coisas complexas.Os trabalhos abaixo foram feitos por uma classe de EJA, mas creio que isso funciona bem em salas de Ensino Médio normal. Note que crianças até antes da Sétima Série têm dificuldade em distinguir arte abstrata e simbolismo atrás de quadros, portanto, não sendo muito apropriadas para esse tipo de trabalho.

Por fim, o segredo é se prender à técnicas, não à incontáveis escolas e artistas do período. Não é preciso falar de Naum Gabo. Alexander Calder, Op Art, Pop Art, etc.

6 de jan. de 2010

Autorretrato


Autorretrato pode ser um desenho, um texto, uma canção. É alguém falando de si mesmo. Mas quem garante que ele não está inventando história? No meio da realidade, sempre vem um monte de fantasia. Como dizia John Lennon, "metade do que eu digo não faz sentido". Agora, qual a metade que vale, você vai ter que descobrir sozinho.

A oficina de criação da maioria dos artistas fica numa zona nebulosa entre a ficção e a realidade. É ali que nascem roteiros, romances, coreografias. O processo de criação é uma das mais belas manifestações do ser humano. Dizem que o homem foi feito à imagem e semelhança de Deus pela sua capacidade de criar. Já fiz muitas coisas na vida, entre elas, minha obra- prima Enzo.

Esse é o conceito que permeia todo o trabalho: o valor da amizade e o prazer de compartilhar com os outros o que se tem de melhor. "Tu me ensina a viver / Que eu te ensino a sonhar". Um sentimento clássico que sempre se renova e hoje encontra sintonia com as novas relações virtuais, onde as pessoas se expõem cada vez mais na internet através de fotos, vídeos e textos.

É claro que muitos, disfarçados por uma foto retocada, inventam um falso perfil para conseguir dizer certas coisas. Já é um começo. Aos poucos irão tomando coragem para revelar seus segredos mais íntimos de peito aberto, escancarado.

No meio da fantasia, sempre vem um monte de realidade. Fernando Pessoa escreveu que "O poeta é um fingidor. Finge tão completamente que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente". Tem gente que faz poesia. Tem gente que pinta um quadro. Tem gente que faz cinema. Agora, o que é delírio e o que é documentário? Vai saber...

Eu faço quadros, esculturas, escrevo bobagens e dou aula de arte. É o que sei fazer. É o meu jeito de abrir o coração e contar histórias.

E você? Como é que você faz? Você tem figurinhas pra trocar?



Na dúvida, abstenha-se. (Waldo Vieira)


   Na dúvida, abstenha-se
Vale a pena empregar essa norma em todo o tipo de decisão, vacilação ou dúvida quanto a uma decisão de destino, mais séria. As vezes, é melhor dormir até o outro dia a fim de caracterizarmos melhor um pensamento decisivo.

Isso também passa.
Na hora da crise muita intensa e aguda, coloque estas 3 palavras, em letras grandes, no pé de sua cama, para você ler enquanto estiver repousando e refletir sobre seu conteúdo. Não há nada eterno na vida humana, inclusive as coisas negativas ou que não atendem aos nossos interesses, em geral ainda muito egoísticos.


Insista, não desista do bom empreendimento.
Se o objetivo é construtivo e os seus meios são honestos quanto aos direitos das consciências, não desista facilmente do que esteja produzindo.

Que aconteça o melhor para todos.
Você veio à vida humana para servir às outras consciências. Em seus desejos e evocações, coloque os semelhantes em primeiro lugar.

É melhor ser inteligente e desistir de pedir exclusivamente para você. (Waldo Vieira)

21 de set. de 2009

COMO PREPARAR UMA AULA?

Vencendo paradigmas, a educação deve ser um bom casamento a três: professor, aluno e escola

Enio Moraes Júnior

“O que é necessário, hoje em dia, para preparar uma boa aula?”, resmungou uma colega, professora de um curso de graduação em Comunicação Social em São Paulo. E continuou: “Já tentei de tudo e aqueles alunos não conseguem se interessar”. Ela relatava que já havia levado vídeos, fotos, jornais e cases publicitários para analisar em sala de aula e nada: nenhum fiozinho de resposta, de agrado.

Mas como era apenas um desabafo, deixei que ela falasse, ouvi atentamente. Despedimo-nos e seguimos nossos caminhos para as aulas do segundo horário. Mas não tirei aquele desabafo, aquela inquietação da cabeça.

Pensei que as novas tecnologias, o novo mundo, têm ensejado muitas discussões sobre o novo perfil do aluno, as novas práticas docentes: discutem-se do valor da imagem ao do uso da internet; do poder da interatividade ao uso de recursos multimídia em sala de aula. Mas o fato é que muito pouco tem sido discutido a respeito do professor.

Quem é esse profissional, como ele deve preparar-se para os desafios de novas concepções pedagógicas e didáticas? Que crises ele enfrenta e como isso interfere – e ao mesmo tempo é interferência – da relação que ele estabelece com os aluno e com a escola (donos, diretores etc)? Afinal, o processo ensino-aprendizagem é uma via de muitas mãos, e os todos os lados têm que estar em sintonia.

Além disso, qual o acesso que os professores têm às novas tecnologias de comunicação e de informação, hoje tão celebradas em sala de aula? Como as escolas – sejam públicas ou privadas, de ensino fundamental, médio ou superior – têm estimulado no professor esse novo perfil? Qual o suporte material e profissional que elas têm dado aos seus docentes?

Com base nas conversas que tenho tido com alguns professores e com alunos de pós-graduação, que também são professores – para quem ministro aulas de Educação e Tecnologias da Comunicação em algumas escolas em São Paulo –, arrisco uma resposta: os professores, sobretudo os das escolas públicas, têm pouco ou nenhum acesso às novas tecnologias e as escolas, sejam públicas ou privadas, têm negligenciado as condições técnicas e materiais desse acesso aos docentes.

Autocrítica, aprendizagem, articulação – Retomando o desabafo da minha colega, diria que, hoje em dia, para se preparar uma boa aula é necessário autocriticar-se, aprender sempre e articular forças.

Autocriticar-se é pensar que os tempos estão mudando e que precisamos mudar também, é estar insatisfeito e lidar com isso – talvez seja nessa etapa que esteja minha colega. Mas essa inquietação deve ser percebida e trabalhada de forma positiva, propositiva. Algo de útil deve ser feito com ela, e o melhor a fazer é aprender...

Na sociedade do conhecimento, lidar com as mudanças é aprender a mudar, é assumir que o aprendizado não tem fim, é e deve ser permanente. Mas nesse caminho, é preciso articular outros atores. Os alunos e as escolas têm que ser chamados a assumir suas tarefas, seu compromisso e responsabilidade com a aprendizagem.

Cabe ao aluno ser parceiro do professor na construção das “boas aulas”, mas para isso ele precisa ser convidado, estimulado, por esse professor, a tomar parte nesse processo. Além disso, cabe às escolas realizar investimentos não apenas em tecnologias, mas na aprendizagem e adaptação do professor, para que isso possa retornar ao aluno.

Mas não se pode perder de vista que a palavra educação – que vem do latim educãre (alimentar, criar) e educere (conduzir para fora, tirar) – continua remetendo a um estímulo (alimento) para trazer à tona (condução). Por isso, seja no pensamento dos clássicos greco-romanos, de autores mais recentes, como Carl Rogres ou até mesmo Paulo Freire e Edgar Morin, o ato educativo continua a merecer um ingrediente fundamental das boas receitas: amor.

Mas ressalte-se: não o amor piegas que leva ao comodismo ou à leniência, mas o amor do compromisso com o outro, com o outro-universal, como diz Morin. Esse amor, que é amor-compromisso, amor-responsabilidade, também não é unilateral, não pode ser uma tarefa árdua e sofrida que cabe ao professor.

Trata-se de um amor que precisa ser, na mesma medida, correspondido. É também compromisso e responsabilidade do aluno e da escola que o acolhe para a tarefa que, em tese, lhe é confiada: ensinar. Juntas, articulados no amor-compromisso e no amor-responsabilidade, professores, alunos e escolas encontrarão, inquietos e criativos, o melhor caminho para preparar uma boa aula.

1 de set. de 2009

Dicas de Filmes

Anos 80

O Touro Indomável
(Martin Scorsese

Fanny & Alexander
(Ingmar Bergman)

1982

Amadeus
(Milos Forman)

1984

Ran
(Akira Kurosawa)

1985

Blade Runner, o Caçador de Andróides
(Ridley Scott)

1982

ET - O Extraterrestre
(Steven Spielberg)

1982

Era uma Vez na América
(Sergio Leone)

1984

Os Caçadores da Arca Perdida
(Steven Spielberg)

1981

Asas do Desejo
(Wim Wenders)

1987

10º

O Decálogo
(Krzysztof Kieslowski)

1989

11º

Shoah
(Claude Lanzmann)

1985

12º

Gandhi
(Richard Attenborough)

1982

13º

Guerra nas Estrelas: Episódio 5 - O Império Contra-Ataca
(Irvin Kershner)

1980

14º

Berlin Alexanderplatz
(Rainer Werner Fassbinder)

1980

15º

O Iluminado
(Stanley Kubrick)

1980

16º

Tootsie
(Sydney Pollack)

1982

17º

Platoon
(Oliver Stone)

1986

18º

Breaker Morant
(Bruce Beresford)

1980

19º

Jean de Florette
(Claude Berri)

1986

20º

Hannah e Suas Irmãs
(Woody Allen)

1990


Anos 90

Ano

Nota

A Lista de Schindler
(Steven Spielberg)

1993

Os Bons Companheiros
(Martin Scorsese)

1990

Tempo de Violência
(Quentin Tarantino)

1994

O Silêncio dos Inocentes
(Jonathan Demme)

1991

Fargo
(Joel Coen)

1996

Tudo Sobre Minha Mãe
(Pedro Almodóvar)

1999

Tempo de Viver
(Zhang Yimou)

1994

Close Up
(Abbas Kiarostami)

1990

Um Sonho de Liberdade
(Frank Darabont)

1994

10º

Lanternas Vermelhas
(Zhang Yimou)

1991

11º

O Piano
(Jane Campion)

1993

12º

O Jogador
(Robert Altman)

1992

13º

Trainspotting, Sem Limites
(Danny Boyle)

1996

14º

Os Imperdoáveis
(Clint Eastwood)

1992

15º

Segredos e Mentiras
(Mike Leigh)

1996

16º

A Fraternidade É Vermelha
(Krzysztof Kieslowski)

1994

17º

Festa de Família
(Thomas Vinterberg)

1998

18º

Vestígios do Dia
(James Ivory)

1993

19º

Forrest Gump, o Contador de Histórias
(Robert Zemeckis)

1994

20º

O Resgate do Soldado Ryan
(Steven Spielberg)

1998


Anos 2000

Ranking

Filme

Ano

Nota

Fale com Ela
(Pedro Almodóvar)

2002

9,4

Cidade de Deus
(Fernando Meirelles)

2002

9,1

As Invasões Bárbaras
(Denys Arcand)

2003

9,1

A Viagem de Chihiro
(Hayao Miyazaki)

2001

9,1

O Pianista
(Roman Polanski)

2002

9,0

O Fabuloso Destino de Amélie Poulain
(Jean-Pierre Jeunet)

2001

8,9

O Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei
(Peter Jackson)

2003

8,9

Procurando Nemo
(Andrew Stanton)

2003

8,9

Amores Brutos
(Alejandro González Iñárritu)

2000

8,8

10º

Amor à Flor da Pele
(Wong Kar-Wai)

2000

8,8

11º

As Coisas Simples da Vida
(Edward Yang)

2000

8,6

12º

O Quarto do Filho
(Nanni Moretti)

2001

8,5

13º

Terra de Ninguém
(Danis Tanovic)

2001

8,5

14º

O Senhor dos Anéis - A Sociedade do Anel
(Peter Jackson)

2001

8,5

15º

A Vida dos Outros
(Florian Henckel von Donnersmarck)

2006

8,5

16º

Shrek
(Andrew Adamson)

2001

8,5

17º

Amnésia
(Christopher Nolan)

2000

8,5

18º

Dogville
(Lars Von Trier)

2003

8,5

19º

Baran
(Majid Majidi)

2001

8,5

20º

Os Infiltrados
(Martin Scorsese)

2006

8,4

21º

Match Point - Ponto Final
(Woody Allen)

2005

8,4

22º

Hotel Ruanda
(Terry George)

2004

8,4

23º

Ninguém Pode Saber
(Hirokazu Koreeda)

2004

8,4

24º

Dançando no Escuro
(Lars Von Trier)

2000

8,4

25º

Entre Quatro Paredes
(Todd Field)

2001

8,4

26º

Réquiem para um Sonho
(Darren Aronofsky)

2000

8,4

27º

Encontros e Desencontros
(Sofia Coppola)

2003

8,4

28º

Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas
(Tim Burton)

2003

8,4

29º

O Filho da Noiva
(Juan José Campanella)

2001

8,4

30º

Os Catadores e Eu
(Agnès Varda)

2000

8,4

31º

Domingo Sangrento
(Paul Greengrass)

2002

8,4

32º

E Sua Mãe Também
(Alfonso Cuarón)

2001

8,3

33º

Às Segundas ao Sol
(Fernando León de Aranoa)

2002

8,3

34º

Kill Bill: Vol. 1
(Quentin Tarantino)

2003

8,3

35º

Em Nome de Deus
(Peter Mullan)

2002

8,3

36º

Tempo de Embebedar Cavalos
(Bahman Ghobadi)

2000

8,3

37º

Adeus Lenin!
(Wolfgang Becker)

2002

8,3

38º

Mar Adentro
(Alejandro Amenábar)

2004

8,3

39º

Atanarjuat - O Corredor
(Zacharias Kunuk)

2001

8,3

40º

O Tigre e o Dragão
(Ang Lee)

2000

8,3

41º

Traffic
(Steven Soderbergh)

2000

8,3

42º

Primavera, Verão, Outono, Inverno e... Primavera
(Kim Ki-duk)

2003

8,3

43º

Gladiador
(Ridley Scott)

2000

8,3

44º

Contra a Parede
(Fatih Akin)

2004

8,3

45º

Tartarugas Podem Voar
(Bahman Ghobadi)

2004

8,3

46º

Anti-Herói Americano
(Shari Springer Berman)

2003

8,3

47º

Stevie
(Steve James)

2002

8,3

48º

Sob a Névoa da Guerra
(Errol Morris)

2003

8,3

49º

Conte Comigo
(Kenneth Lonergan)

2000

8,3

50º

Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças
(Michel Gondry)

2004

8,3

51º

O Crime do Padre Amaro
(Carlos Carrera)

2002

8,2

52º

Capote
(Bennett Miller)

2005

8,2

53º

Osama
(Siddiq Barmak)

2003

8,2

54º

Adaptação
(Spike Jonze)

2002

8,2

55º

A Melhor Juventude
(Marco Tullio Giordana)

2003

8,2

56º

Oldboy
(Park Chan-wook)

2003

8,2

57º

Borat - O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Visita a América
(Larry Charles)

2006

8,2

58º

Menina de Ouro
(Clint Eastwood)

2004

8,2

59º

Kill Bill: Vol. 2
(Quentin Tarantino)

2004

8,2

60º

Agora ou Nunca
(Mike Leigh)

2002

8,2

61º

Lugares Comuns
(Adolfo Aristarain)

2002

8,2

62º

Neste Mundo
(Michael Winterbottom)

2002

8,2

63º

Alta Fidelidade
(Stephen Frears)

2000

8,2

64º

Sobre Meninos e Lobos
(Clint Eastwood)

2003

8,1

65º

Lugar Nenhum na África
(Caroline Link)

2001

8,1

66º

O Caminho para Casa
(Zhang Yimou)

2000

8,1

67º

Lagaan - A Coragem de um Povo
(Ashutosh Gowariker)

2001

8,1

68º

Os Outros
(Alejandro Amenábar)

2001

8,1

69º

Filantrópica
(Nae Caranfil)

2002

8,1

70º

Antes do Pôr-do-Sol
(Richard Linklater)

2004

8,1

71º

Machuca
(Andrés Wood)

2004

8,1

72º

Homem-Aranha 2
(Sam Raimi)

2004

8,1

73º

Na Captura dos Friedmans
(Andrew Jarecki)

2003

8,1

74º

Desde Que Otar Partiu
(Julie Bertucelli)

2003

8,1

75º

O Círculo
(Jafar Panahi)

2000

8,1

76º

Elling
(Petter Naess)

2001

8,1

77º

Quase Famosos
(Cameron Crowe)

2000

8,0

78º

Frida
(Julie Taymor)

2002

8,0

79º

Chicago
(Rob Marshall)

2002

8,0

80º

Boa Noite e Boa Sorte
(George Clooney)

2005

8,0

81º

Um Casamento à Indiana
(Mira Nair)

2001

8,0

82º

Brothers
(Susanne Bier)

2004

8,0

83º

Tropa de Elite
(José Padilha)

2007

8,0

84º

A Queda! As Últimas Horas de Hitler
(Oliver Hirschbiegel)

2004

8,0

85º

Tocando o Vazio
(Kevin Macdonald)

2003

8,0

86º

O Gosto dos Outros
(Agnès Jaoui)

2000

8,0

87º

Onde os Fracos Não Têm Vez
(Joel Coen)

2007

8,0

88º

Heima
(Dean DeBlois)

2007

8,0

89º

Cidade dos Sonhos
(David Lynch)

2001

8,0

90º

O Senhor dos Anéis - As Duas Torres
(Peter Jackson)

2002

8,0

91º

Geração Roubada
(Phillip Noyce)

2002

8,0

92º

Plataforma
(Jia Zhang Ke)

2000

8,0

93º

21 Gramas
(Alejandro González Iñárritu)

2003

8,0

94º

Histórias de Cozinha
(Bent Hamer)

2003

8,0

95º

Os Incríveis
(Brad Bird)

2004

8,0

96º

Crash - No Limite
(Paul Haggis)

2004

8,0

97º

Luzes Distantes
(Hans-Christian Schmid)

2003

8,0

98º

Casa de Areia e Névoa
(Vadim Perelman)

2003

8,0

99º

Uma Mulher Contra Hitler
(Marc Rothemund)

2005

8,0

100º

O Castelo Animado
(Hayao Miyazaki)

2004

8,0

O Cinema Estudantil na Escola Pública: Desafios, Metodologias e Potencialidades Educativas

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