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13 de mai. de 2014

Produção de Cinema em sala de aula

     Em 2014 estou montando mais projetos de produção cinematográfica na escola, como ano passado na E. T. E. 31 de Janeiro na cidade de Campo Bom - RS, de onde tenho total apoio para produções. 
     Até o momento já estão prontos dois curtas metragens de quinze minutos: "Hormônios Apaixonados II" e o título provisório "Alone Gone" e em produção os curtas "Dimensões" e o documentário "Hpv - A polêmica da vacina"


    Hormônios Apaixonados II apesar do nome, não é uma continuação direta do primeiro, que foi classificado no Cinest Santa Maria - 2013 e vencedor de um Prêmio no  Festival de Vídeo Estudantil e Mostra de Cinema - Guaíba/RS no mesmo ano 
    Tendo como coincidência as aventuras que os hormônios da adolescência preconizam na convivência em grupo, neste caso o pano de fundo é uma escola. Esta é a história de um aluno (Herbert) recém chegado na cidade e que conhece Max e seu fiel escudeiro Francisco, pela semelhança de estilos começam a se dar bem, porém Herbert, se apaixona por uma das meninas mais populares da turma Amanda Jones , sem perceber que estava arrebatando o coração de outra menina da turma, pelo seu estilo roqueiro/intelectual. O roteiro se inspirou em fatos reais da década de 80/90 (começo de um romance que aconteceu em 1988, na cidade de Novo Hamburgo) e no nome da antagonista Amanda Jones, famosa personagem do filme Alguém Muito Especial. esta mistura criou um curta gostoso de ser assistido, relembrando aqueles que já tem mais de 30 anos os bons momentos da adolescência e criando uma identificação com os jovens de hoje que mesmo achando que são diferentes, continuam pensando e agindo, quando assunto é a paixão, da mesma forma que seus pais sentiam. 
   
  "Alone Gone" é a história de um grupo de estudantes que desaparece em um acampamento na floresta e só se cogita como aconteceu o fato pelas imagens e vídeos encontradas em duas câmeras fotográficas, ao estilo Bruxas de Blair e Cloverfild - O Monstro, as imagens são todas em primeira pessoa, criando um impacto no espectador que em muitos momentos terá de usar da imaginação para tentar desvendar este mistério. A trilha sonora autorizada pela Banda Gaúcha Torvo.

     Dimensões (em produção) conta história de uma aluna que fica presa entre duas dimensões de sua escola e se apaixona por um rapaz que coexiste em ambas, apaixonando-se por parte de cada um deles e precisando fazer uma escolha.
      Hpv - A polêmica da vacina (em produção) conta fatos criados sobre a repercussão desta vacina no pensamento dos pais, alunos e escola, com uma pequena história e relatos de professores da área.

      Muitos curtas estão por vim, alguns produzidos através de animação stop motion, e mais curtas voltados ao público adolescente.
      As habilidades e competências que podem ser descritas neste trabalho são a capacidade de trabalhar em grupos, a seriedade em elaborar a história ou adapta-la ,(roteiro), a mobilização em horários alternativos, trazendo no educando a vontade de permanecer mais na escola, pois as atividades vão além da disciplina de arte , ao qual sou professor, vem  acima de tudo do gosto pela cultura e a sétima arte, pois segundo alguns relatos de alunos que já produziram, o seu olhar para o cinema se tornou muito mais crítico por saber das dificuldades e de como se faz cinema.

SEGUE OS TRAILERS DOS CURTAS QUE JÁ ESTÃO NO YOUTUBE





16 de set. de 2010

Tecnologia & Educação

 Os Chats - uma ferramenta didática
As Tecnologias da Informação e da Comunicação têm vindo a provocar uma enorme mudança na Educação, originando novos modos de difusão do conhecimento, de aprendizagem, e, particularmente, novas relações entre professores e alunos. As pesadas enciclopédias foram substituídas pelas enciclopédias digitais, pela consulta de portais acadêmicos e outros locais diversificados. Passamos a utilizar sistemas eletrônicos e apresentações coloridas para tornar as aulas mais atrativas e, frequentemente, deixamos de lado o tradicional quadro negro e o giz e passamos diretamente para as superfícies e projeções intercativas.
A revolução originada pela Internet possibilita que a informação produzida e disponibilizada em qualquer lugar esteja rapidamente disponível em todo o Mundo, originando uma mudança nas práticas de comunicação e, consequentemente, educacionais, em vários aspectos tais como na leitura, na forma de escrever, na pesquisa e até como instrumento complementar na sala de aula ou como estratégia de divulgar a informação, permitindo tanto o ensino individualizado como o trabalho cooperativo e em grupo entre alunos.
O computador por seu lado vem-se afirmando também pelo interesse que causa nos alunos. Curiosos e entusiasmados para aprenderem a mexer, eles ficam atentos a todo tipo de orientação e novidade relacionada ao computador e a Internet. A informática tem, assim, o poder de entreter mesmo aqueles alunos com dificuldades de comunicação e concentração. Deste modo, educar no mundo de hoje é uma tarefa não só das escolas e universidades, mas também da rede mundial de computadores.
Outra questão a ser considerada, é que neste novo sistema do mundo tecnológico, o professor deixou definitivamente de ser o detentor de todo o saber, para se afirmar como um orientador, um intermediário entre o aluno e os conhecimentos que a Internet pode fornecer.
A passagem do papel do professor de veículo transportador de informação para o de condutor desse mesmo veículo reforça-lhe a importância, se assumirmos a Internet como uma espécie de “território livre”, onde tudo pode ser publicado. O discernimento da qualidade das fontes de informação e a análise da sua fidedignidade são deste modo papéis fundamentais desempenhados pelo professor. A sua participação é crucial para orientar o aluno evitando que ele incorra em erros ou se apóie em informações imprecisas. Para mim, este é um dos mais importantes papéis do professor no contexto atual: oferecer aos alunos orientação para consultas e pesquisas, aproveitando eficazmente as potencialidades da Internet.
Por outro lado o aparecimento de formatos comunicacionais mais apelativos e abrangentes coloca nos pedagogos inquietações constantes no sentido de transportarem para o território educativo - as redes sociais, os fóruns, os chats e toda a diversidade intercativa hoje existente.
É neste contexto que experimentei transformar os chats em ferramenta educacional. Assumindo o papel de orientador e despoletado das pesquisas por parte dos alunos, constatei que os mesmos desenvolveram competências de pesquisa, tornando-se mais autônomos e colaborativos. O procedimento é relativamente simples e disponível a qualquer docente. No fundo trata-se de recorrer a um serviço de Chat, o que se consegue gratuitamente na Internet, e fazer com que o mesmo seja acessível a todos os alunos de uma dada turma. Depois de todos estarem ligados no chat, o docente coloca uma questão temática, os alunos procuram a resposta e respondem igualmente por chat. Deste modo e em seqüência cada aluno vai poder responder ao docente e às questões que os colegas tenham sugerido. Pode igualmente comentar as respostas dos colegas, assim como pedir ajuda ou partilhar o encanto/estupefação pelo que acabou de ler. A possibilidade de “em tempo real” enviar, aos restantes participantes, as ligações para os sítios que visitou permite a troca de pontos de vistas sobre um mesmo assunto. Depois de uma fase de teste em sala de aula, esta metodologia permite que em situações de isolamento, por motivos de saúde ou outros, o aluno possa permanecer em “contato direto” com os seus colegas de turma.

9 de jan. de 2010

Técnicas da Arte Moderna e Contemporânea

Ao contrário da arte tradicional, em que a habilidade, a técnica e a forma são o mais importante, dentro da arte moderna a mensagem, o significado e a inovação são o mais importante, nem sempre traduzido numa forma própria

Apropriação

Apropriação é quando um artista, ao invés de criar um conceito ou imagem original, simplesmente se apropria de um conceito já existente. Por exemplo, um filme de faroeste, que utiliza-se de conceitos fartamente conhecidos(O caubói solitário, o deserto, etc) ao invés de criar conceitos desconhecidos ou quando alguém faz uma sátira a um filme já existente(exemplo, filmes como Todo Mundo em Pânico).

Dentro da arte moderna, a apropriação teve início com Marcel Duchamp, que colocou um bigode dentro de um postal da Mona Lisa. Ele não criou uma imagem, simplesmente se valeu da fama e do valor estético de uma imagem já existente – se você não conhece a Mona Lisa, ela não tem valor. Picasso e Salvador Dali também produziriam homenagens a quadros conhecidos. A chamada arte pop também se utilizaria dela, só que com elementos da cultura de massa – personagens de HQs, filmes e embalagens de produtos de supermercado(Vide a obra de Andy Warhol e Roy Liechenstein)..

A base da apropriação está em não só saber criar uma imagem diferente, mas em saber utilizar o valor já existente de uma imagem já existente. Pode ser uma sátira, uma homenagem, mas sempre usando uma imagem já existente.

A criação de softwares de tratamento de imagens permitiu que a apropriação fosse levada a extremos e de uma certa forma até vulgarizada.



Abstracionismo

Apesar da arte abstrata ser comum entre árabes e outros povos, na Europa o grande introdutor da arte abstrata é o russo Wassily Kandinsky. A arte abstrata não trabalha com o desenho de formas que lembram ou reproduzem objetos, pessoas ou coisas(Mesmo o desenho pouco detalhado e elaborado dessas formas não significa arte abstrata), mas com formas, linhas e manchas que não lembram figura nenhuma nem tentam ter um significado(Um adendo: Picasso costumava dizer que não havia arte abstrata, justamente por quê toda arte abstrata lembra alguma coisa).

Como lembrou o filósofo alemão Arthur Schopenhauer(Antes da arte abstrata ser desenvolvida no Ocidente) e posteriormente os pintores abstratos, a arte abstrata é como a música. A música, por mais que trabalhe com sons, não depende da imitação de sons da natureza, como granidos de patos, barulhos de carros ou passarinhos. A arte abstrata parte pelo princípio: criar composições agradáveis sem depender da representação de objetos já existentes na natureza(Se você desenhar uma vaca, boa parte das sensações que isso irá causar nas pessoas irá vir do fato de pessoas odiarem ou amarem vacas, não nos méritos do seu desenho.). Não significa rabiscos aleatórios, pelo contrário.

Arte abstrata exige composições agradáveis ou agressivas, mas que consigam transmitir emoções. Um quadro abstrato de composição pobre ou berrante não é um bom quadro, por exemplo.

Instalação/Ready Mades

A instalação é uma variante da escultura em que o artista, ao invés de modelar ou esculpir uma figura, ele se utiliza de materiais diversos(Ex, Sucata, pedaços de metal, aço, estruturas de metal, etc) para criar uma estrutura dimensional, tendo ela um significado direto ou não.

A boa instalação não é um amontoado aleatório de objetos, mas uma estrutura que consiga fazer com que o espectador pense sobre determinado assunto ou seja impactado com isso. Ou seja, a instalação lembra determinada coisa ou assunto, ou faz o espectador lembrar de alguma coisa, ou ainda faz algum tipo de mensagem. Ou claro, criar uma estrutura impactante por si só.

Marcel Duchamp, ao inscrever um mictório dentro de uma exposição de arte(Em que qualquer quadro cujo o autor pagasse para entrar seria inscrito), criaria o conceito de ready made dentro da arte moderna, ao criar uma obra de arte que desafiava o próprio conceito de obra de arte: o mictório seria batizado de “A Fonte”(O mesmo nome de um quadro clássico de Ingres). Isso somado ao conceito das esculturas gigantescas e abstratas dos concretistas levaria ao advento das instalações na Década de 1970.

A base do conceito de instalação é juntar objetos que tenham uma determinada carga emocional por si só e criar uma composição de tons fortes, dando-lhe determinado significado ou fazer com que este conjunto implore por um significado. Por exemplo, Nuno Ramos, em 1993, criou uma instalação com paralelepípedos e betume como uma forma de protesto contra o Massacre na Casa de Detenção no Carandiru, naquele mesmo ano.

Se instalações sofrem críticas ferinas, muitas vezes por sua falta de coesão(Não raro instalações são confundidas com lixo e jogadas fora por faxineiros desavisados em galerias e piadinhas em cartuns de pessoas confundindo ar condicionados e extintores com obras de arte viraram clichê), elas permitem que o espectador tenha uma experiência artística diferente, em loco.

Vídeo-arte

A vídeo-arte é uma modalidade de instalação em que uma televisão com algum vídeo é enviada para alguma televisão. O vídeo pode fazer parte de uma instalação maior, ou ser uma apresentação sem relação nenhuma com outras obras no entorno.

Perfomance

A performance é uma modalidade de instalação que combina alguma apresentação corporal com a obra de arte em si. Geralmente é produzida pelo artista em ocasiões específicas, não representando todo o tempo de duração de uma exposição.

Multimídia

Multimídia é o nome que se dá para a instalação que trabalha com imagens e textos via algum recurso interativo, geralmente um programa de computador ou similar.

Contextualizando: Não é difícil contextualizar esse tipo de conteúdo. A arte abstrata é uma velha conhecida dos alunos e a apropriação pode ser ensinada com o uso de fotomontagem: os alunos misturam elementos de fotos diversas com recortes(Colocar, por exemplo, cabeças de animais em pessoas).

A instalação/ready made não é complicada: traga uma caixa cheia de sucata, e peça para os alunos fazerem o mesmo. Daí, em grupos, peça para eles montarem uma pequena instalação com esses elementos tendo instalações conhecidas como base. Mantenha um ambiente calmo e descontraído, sem exigir significados ou outras coisas complexas.Os trabalhos abaixo foram feitos por uma classe de EJA, mas creio que isso funciona bem em salas de Ensino Médio normal. Note que crianças até antes da Sétima Série têm dificuldade em distinguir arte abstrata e simbolismo atrás de quadros, portanto, não sendo muito apropriadas para esse tipo de trabalho.

Por fim, o segredo é se prender à técnicas, não à incontáveis escolas e artistas do período. Não é preciso falar de Naum Gabo. Alexander Calder, Op Art, Pop Art, etc.

21 de set. de 2009

COMO PREPARAR UMA AULA?

Vencendo paradigmas, a educação deve ser um bom casamento a três: professor, aluno e escola

Enio Moraes Júnior

“O que é necessário, hoje em dia, para preparar uma boa aula?”, resmungou uma colega, professora de um curso de graduação em Comunicação Social em São Paulo. E continuou: “Já tentei de tudo e aqueles alunos não conseguem se interessar”. Ela relatava que já havia levado vídeos, fotos, jornais e cases publicitários para analisar em sala de aula e nada: nenhum fiozinho de resposta, de agrado.

Mas como era apenas um desabafo, deixei que ela falasse, ouvi atentamente. Despedimo-nos e seguimos nossos caminhos para as aulas do segundo horário. Mas não tirei aquele desabafo, aquela inquietação da cabeça.

Pensei que as novas tecnologias, o novo mundo, têm ensejado muitas discussões sobre o novo perfil do aluno, as novas práticas docentes: discutem-se do valor da imagem ao do uso da internet; do poder da interatividade ao uso de recursos multimídia em sala de aula. Mas o fato é que muito pouco tem sido discutido a respeito do professor.

Quem é esse profissional, como ele deve preparar-se para os desafios de novas concepções pedagógicas e didáticas? Que crises ele enfrenta e como isso interfere – e ao mesmo tempo é interferência – da relação que ele estabelece com os aluno e com a escola (donos, diretores etc)? Afinal, o processo ensino-aprendizagem é uma via de muitas mãos, e os todos os lados têm que estar em sintonia.

Além disso, qual o acesso que os professores têm às novas tecnologias de comunicação e de informação, hoje tão celebradas em sala de aula? Como as escolas – sejam públicas ou privadas, de ensino fundamental, médio ou superior – têm estimulado no professor esse novo perfil? Qual o suporte material e profissional que elas têm dado aos seus docentes?

Com base nas conversas que tenho tido com alguns professores e com alunos de pós-graduação, que também são professores – para quem ministro aulas de Educação e Tecnologias da Comunicação em algumas escolas em São Paulo –, arrisco uma resposta: os professores, sobretudo os das escolas públicas, têm pouco ou nenhum acesso às novas tecnologias e as escolas, sejam públicas ou privadas, têm negligenciado as condições técnicas e materiais desse acesso aos docentes.

Autocrítica, aprendizagem, articulação – Retomando o desabafo da minha colega, diria que, hoje em dia, para se preparar uma boa aula é necessário autocriticar-se, aprender sempre e articular forças.

Autocriticar-se é pensar que os tempos estão mudando e que precisamos mudar também, é estar insatisfeito e lidar com isso – talvez seja nessa etapa que esteja minha colega. Mas essa inquietação deve ser percebida e trabalhada de forma positiva, propositiva. Algo de útil deve ser feito com ela, e o melhor a fazer é aprender...

Na sociedade do conhecimento, lidar com as mudanças é aprender a mudar, é assumir que o aprendizado não tem fim, é e deve ser permanente. Mas nesse caminho, é preciso articular outros atores. Os alunos e as escolas têm que ser chamados a assumir suas tarefas, seu compromisso e responsabilidade com a aprendizagem.

Cabe ao aluno ser parceiro do professor na construção das “boas aulas”, mas para isso ele precisa ser convidado, estimulado, por esse professor, a tomar parte nesse processo. Além disso, cabe às escolas realizar investimentos não apenas em tecnologias, mas na aprendizagem e adaptação do professor, para que isso possa retornar ao aluno.

Mas não se pode perder de vista que a palavra educação – que vem do latim educãre (alimentar, criar) e educere (conduzir para fora, tirar) – continua remetendo a um estímulo (alimento) para trazer à tona (condução). Por isso, seja no pensamento dos clássicos greco-romanos, de autores mais recentes, como Carl Rogres ou até mesmo Paulo Freire e Edgar Morin, o ato educativo continua a merecer um ingrediente fundamental das boas receitas: amor.

Mas ressalte-se: não o amor piegas que leva ao comodismo ou à leniência, mas o amor do compromisso com o outro, com o outro-universal, como diz Morin. Esse amor, que é amor-compromisso, amor-responsabilidade, também não é unilateral, não pode ser uma tarefa árdua e sofrida que cabe ao professor.

Trata-se de um amor que precisa ser, na mesma medida, correspondido. É também compromisso e responsabilidade do aluno e da escola que o acolhe para a tarefa que, em tese, lhe é confiada: ensinar. Juntas, articulados no amor-compromisso e no amor-responsabilidade, professores, alunos e escolas encontrarão, inquietos e criativos, o melhor caminho para preparar uma boa aula.

O Cinema Estudantil na Escola Pública: Desafios, Metodologias e Potencialidades Educativas

O Cinema Estudantil na Escola Pública: Desafios, Metodologias e Potencialidades Educativas Marlon Nunes Professor, Cineasta e Educador Agent...